segunda-feira, janeiro 11, 2016

Falta de noção

Aprendi hoje que uma das razões que levou a ANTRAL a fazer força para que se alterassem os estatutos e os táxis começassem a ser "beige marfim" (como se o beige tivesse variações de tom, beige é sempre beige), foi o facto de os táxis na Alemanha serem dessa cor. Como a maior parte dos nossos táxis são comprados em segunda-mão aos alemães, sempre se poupava uns trocos...
Esta decisão, claramente ridícula e ao mesmo tempo prejudicial para o Marketing e diria mesmo a idendidade do país, foi abandonada em 2000. Os donos dos táxis são livres de escolher a cor beige a tradicional preto e verde.

Baffled.

terça-feira, maio 19, 2015

Colours of the wind

And we are all connected to each other
In a circle in a hoop that never ends

sábado, agosto 16, 2014

The last frame

I've shot five rolls so far
In each frame a story
I have lots of film left
Your picture on frame one
Will likely be the last one

quarta-feira, julho 09, 2014

Eternal sunshine of the spotless mind

Ontem fui bruscamente lembrado das injustiças da vida. Da volatilidade daqueles que conhecemos,  da nossa condição temporária na Terra. A R. perdeu o pai.  Repentinamente. Sem aviso. Esta informação tira-me o sono,  deixa-me a pensar, não me entra.
Penso sobretudo nela e na injustiça que sofreu. Penso que lhe rouba a inocência que é tão característico nela, que é tão fundamental,  que a define profundamente.
Que injusto. Que inesperado.
Terás de crescer, terás de superar. Mas poderás contar comigo.

quinta-feira, novembro 07, 2013

Há dias assim




Há dias assim, não há que esconder
Recear palavras, amar ou sofrer
Ocultar sentidos, fingir que não há
Há dias perdidos entre cá e lá
(texto roubado)

quinta-feira, setembro 05, 2013

segunda-feira, março 11, 2013

Desemprego



Não gosto de pensar que estou desempregado. Gosto de pensar que estou entre empregos. Já gostei mais de pensar isto, quando estava apenas há um dia sem emprego, há uma semana, há um mês... Quando passou um mês, achei que a partir daí tinha de ser mais incisivo na minha procura, mais específico. Não perder tempo com candidaturas espontâneas, chorrilhos de emails que devem receber estas empresas que, por serem de grande dimensão, toda a gente assume que precisam de alguém exactamente com as suas competências. Já lá vão 4 meses que não concorro a empregos fantasma (candidaturas espontâneas). Concentro-me em ofertas de emprego profundamente relacionadas com a minha área e cujo perfil requisitado é exactamente o meu. Se pedirem experiência de 5 anos no sector dos fósforos, não concorro. Se pedirem alguém que saiba alemão, não concorro. Tento ser o mais exacto possível na descrição do meu percurso académico e profissional. Tento realçar a minha experiência num ou noutro aspecto quando é extremamente relevante para o cargo em questão (Procuram alguém para gerir o marketing de uma Marca de Roupa de Crianças, EU JÁ FIZ ISSO! [Isto aconteceu, não tive resposta]). Pensei que esta abordagem à procura de emprego me traria resultados em breve. E desde então nunca disse não a nada. Continuo entre empregos.

Curioso este mercado da procura de emprego, porque, tal como todos os mercados, também se sujeita às leis da procura e da oferta.  Infelizmente, como os activos a trocar são capital humano, sinto que se atropelam as regras do bom senso. Vivemos numa época em que a oferta é muito maior do que a procura e, por essa razão, atropelam-se protocolos, boas maneiras e boas práticas. Para paralelizar com a realidade, considero que ser chamado duas vezes para uma entrevista pessoal numa empresa em que, à segunda vez, (shorlisted), nos sentamos com a directora geral que sorri e aparentemente tudo corre bem, é merecedor de um telefonema a dizer, lamento não conseguiu a posição. Escolhemos outra pessoa para o lugar (outra pessoa que sabemos que conhece). Não, em vez disto... silêncio. Na minha opinião, falta de educação.

(...) É o meu desejo trabalhar numa empresa de média/grande dimensão onde a ciência do Marketing seja aceite e compreendida. Onde eu possa acreditar no produto a promover. Procuro estabilidade profissional e financeira e uma plataforma que me permita desenvolver competências. Quero estar inserido numa equipa, quero ter objectivos. (...) Motiva-me pensar que existe um lugar para mim, numa empresa com valores, que não trata os candidatos da mesma forma que muitas outras. Como objectos. Descartáveis. 

domingo, janeiro 27, 2013

Eiffel Tower

Não me acredito que demorou 27 anos da minha vida para ver alguém fazer esta piada.